
Review por: @kelvinbastos
E lá se vai o fiasco da CW… Ok, confesso que até o episódio quinze eu acreditava que a série poderia se desenvolver melhor, mesmo com tantos fillers, mas se teve uma coisa que acabou com a série foi o encerramento do arco principal mesmo faltando um bocado de episódio.
Hellcats teve lá seus momentos bobos, de comédia pastelona e que me fizeram rir, mas que eu sentirei falta alucinógena dela? Mas nem em sonho (ou melhor, em pesadelo). Um elenco com muita gente de Battlestar Gallactica e dos filmes/séries infantis da Disney, e com um roteiro fraco, isso resume bem o que poderia acontecer.
A série em nenhum momento empolgou, mas garanto que se mantesse o nível dos episódios de tempos atrás, ela poderia até sobreviver no lugar de certas coisas que sobreviveram ao último upfront da CW. E só pra encerrar estes parágrafos de levantamento geral sobre a série, cá entre nós, a Heather Hemmens, mesmo coadjuvante, roubou o holofote da Tisdale e da Michalka.
Agora um pouquinho sobre o episódio: Sério mesmo que acabou da forma tão clichê que começou? O final foi de “perder o campeonato e mostrar a força de união de equipe” foi tão primeira temporada de Glee. Outra pergunta: De onde pintou tanto figurante pra sair pulando dançando e um loucão gritando desliga o som? Whatever…
Temos, primeiro, que entender o porquê dos Hellcats perderem o campeonato. Primeiro um caso de pneumonia que se espalhou pelos cheers, depois Savannah saindo feito louca pra ir dar apoio pra Charlotte que ia parir no hospital, terceiro, mas nem tão pouco interessante, a ex-mulher evil from hell denunciando que ainda tinham líderes com a doença.
E lá se vai minha adorável Alice, que não pôde saltar para seu papai ver e por um momento acreditou que a anônima evil from hell tinha sido sua madastra. Tá, legal ver o pai dela babando pelos saltos malucos da Verdura, mas, mesmo assim, poderiam ter a usado melhor.
E agora falando do parto mais broxante da história da televisão mundial, vamos dar um pouco de humanidade ao texto e concordar com a Tisdale, mas só por um segundo. Achei bom vê-la ao lado da irmã desorientada e da mãe psicopata maluca depressiva no momento difícil. Foi bom terem dado um coração num momento desses.
Mas chega de papo furado, o que foi o senhor banana Lewis, minha gente. A única coisa que eu pude fazer foi rir de um momento desnecessário de estratégia pensada para se desmontar uma privada, pegado eu sei lá o quê, ido com a maior paciência do mundo desparafusar a janela pra fugir numa tentativa #fail de salvar a apresentação.
Palmas pra Nasty Kathy que teve um plano brilhante (- NOT!). Qualquer um na situação já tinha rodado a baiana, soltado a franga e ido ao delírio chutando a porta, tentando a derrubar de qualquer forma, ou então metendo alguma coisa no vidro pra quebrar a janela. Ok Sr. Educação.
E o que foi o draminha genial da Duende e sua irmã? Primeiro a cena da Marti falando que nunca vai abandonar a Deirdre e depois de uma ligação do paizinho desaparecido, tudo volta a estaca zero, os Hellcats presenciam a briga número 265.351.753º naquele dormitório e vamos todos à andar de bicicleta.
Bom mesmo seria se a Marti morresse depois de ter saído igual um gato com fogo no rabo (crianças, não façam isso em casa). Seria uma história um pouquinho mais interessante. Enfim, Hellcats agora só em outra encarnação. Isso se é que alguém terá a ousadia de tentar reproduzir isto.
Momentos finais:
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Review por: @kelvinbastos
Quando a “Princess Beyoncé” nos dá adeus, todos aclamamos pela próxima temporada. A tacada mais certa da FOX no quesito comédia, Raising Hope encerra sua excelente temporada de estreia e numa viagem maluca no passado da família Chance, vimos certas coisas a se duvidar.
Primeiro, o episódio foi um completo tour no passado com um flashback durante quase todos os 22 minutos do episódio. E isso é bom? Pra mim foi excelente, mais do que inteligente, eles souberam explorar de forma tática cada ideia que poderia surgir e explica bem o porquê dos Chance ser como eles são.
Primeiro a começar pelo Lucas Neff com a cara pintada, se sentindo astro do Kiss, e achando que estava abalando. Morri de rir com os surtos dele, rendeu uma piada genial da Virginia, que por sinal vale lembrar: “Duvido que o Diabo ainda seria virgem aos 18 anos”.
Só que este lado over do Jimmy mostrou que a Sabrina, nem tão atraente quanto hoje, sentiu uma adoração avassaladora pelo Jimmy, sem ele saber. Foi bom também ver como os produtores nos responderam em como a Shelley ficou com um dente podre.
Mas o momento épico é o Jimmy sendo pego pelo chefe dele em versão ultra fat. Colega, a cirurgia de redução de estômago foi mais do que bem necessária. Aliás, este foi o episódio para tirar todas as nossas dúvidas sobre os personagens da série.
Como Jimmy passou de over, pra quase boring. Como Burt, bom, é só o Burt. Como Virginia passou de mãe irresponsável, para mãe quase responsável. Como Maw Maw ficou maluca. Como Shelley passou de ninja das latas, para a dente podre. Como Barney passou de gordo, para magro. Enfim, diversas mudanças.
O legal do episódio foi trazer uma história sem pé, nem cabeça, e que tem um nexo estupendo. Ao ver a mãe psicopata já falando da ideia de “Princess Beyoncé”, ver que um dia Sabrina amou Jimmy, mas hoje é o contrário, tipo, foi algo brilhante. E assim se foi, numa linhagem a nível de script, sensacional.
Virginia e Burt foi quem nos fizeram questão de nos explicar como Maw Maw perdeu sua memória. Eles viveram em uma “lavanderia” improvisada, comiam comida da mercearia (Ciganos? Sério, ri muito), e ainda nos proporcionaram um momento bonito e tocante (todos choram… tá, nem tanto) quanto ao assunto.
Tudo, desde o menor detalhe foi pensado, para simplesmente justificar o 23º aniversário do Jimmy, mas que fora apagado pelos momentos repetidos de surpresa aos 85 longos anos da bisavó mais maluca das séries de televisão ever.
É por essas e outras que Raising Hope entrou pro meu seleto grupo de comédias preferidas. A série fez questão de abusar de nomes consagrados da também produção de Greg Garcia, My Name is Earl, e de outros artistas idolatrados aqui na terra tupiniquim, como a Tichina Arnold (Rochelle 4EVER).
Que venha a segunda temporada, não posso esperar para comentar os reactions shoots da Hope, as maluquices da Maw Maw (ai meu Deus, mais fitas?), pelos avós insanos, Burt e Virginia, e também, é claro, ao futuro casal da série, Jimmy e Shelley-Ex-Dente-Podre. OPS, Jimmy e Sabrina. Até lá.
P.S.: Já agradeceu seu legender pela legenda de cada dia? Faça isso agora: “Parabéns GeekSub pelo excelente trabalho não só em Raising Hope, mas à todas as séries da equipe!”.
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Review por: @kelvinbastos
Quando o Surfista Prateado derrota o Quarteto Fantástico, ou nem tão fantástico assim. Desculpe a piadinha logo na primeira sentença do texto, mas o monstro do cancelamento, acompanhado do maior pé-frio ever, engoliu Mad Love, que nos deixou precocemente.
Quando lembro o piloto de Mad Love, sempre me vem Connie e Larry brigando, e nunca Ben e Kate se apaixonando. Por que será? O erro de enfoque aos protagonistas errados podem ter causado a cabeça da série, mas quem disse que foi só isso.
Mad Love só estava ocupando o espaço provisório de Two and a Half Man, e sua saída já era esperada. Por ser na CBS, a audiência não era lá grande coisa. Mas Mad Love sempre teve seus fãs fieis que sentirão saudades de Larry, Connie e dos outros dois menos importantes.
Da mesma forma que veio, a série parte. Parece que se você assistir ao piloto e pular para o series finale, vocês nem vão notar a diferença de história. O prédio que começou a história, é o mesmo prédio onde se encerra a história.
Gostei de ver a madrasta super evil da Connie e do Larry a defendendo, até porque, mesmo quando os dois estão juntos caídos de amor um pelo outro, sempre tem um quote para nós rirmos. Só achei muito previsível que o Larry iria acabar beijando Tiffany no momento em que Connie entra. Óbvio.
Ben e Kate dizem adeus, com uma descoberta inesperada. Kate, casada com Geolf Stults, o cara que destruiu todas as séries (tá, quase todas) por onde passou. Gostei da geração de intriguinhas e do Ben neurótico.
É com referência ao melhor quote da série, que nos despedimos para todo o sempre: É com uma enorme ereção peitoral que digo “adeus, Mad Love”…
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Review por: @kelvinbastos
Triste pelo cancelamento porque me fazia rir de verdade. Aliás, ouso eu dizer que se Ben e Kate fossem mais convincentes e engraçados a série podia render alguma coisa (até porque eles renovaram a sem graça Mike & Molly).
Me bate uma ereção peitoral ter que ir me acostumando com o adeus. De verdade, ri muito com esse quote do Larry. Aliás, um dos poucos que salvaram o episódio. Quis aproveitar a sensual loira burra Tiffany e, comigo, funcionou.
Entretanto, enquanto o “the best character of Mad Love” continuava mandando bem, a minha decepção com Connie é maior do que qualquer outra coisa. Traminha clichê e sem graça com a Cheff sei lá o nome, se fosse só a Connie de sempre, tudo bem, mas enfiam a Kate para estragar tudo.
Outro que nunca deu certo em Mad Love foi o Jason Biggs, que com o drama do livro sujo de suco, elevou ao espaço a chance de cancelamento. Aliás, o Ben nunca teve um moneto genial dentro da trama, ele só se salvava enquanto estivesse na companhia do Larry.
Larry que por sinal mostra que mesmo um ator que nunca foi acreditado pode fazer. Todos diziam no estrelato de Jason Biggs que acabaram esquecendo do sucesso que foi Tyler Labine. Tyler que lhes deixa um legado: o Manual de Sobrevivência do Larry Munsch. Assim como em Glee que torço pelo spin-off do “Foundue For Two”, aqui tem-se que gritar para darem uma comédia de peso pro Tyler Labine.
O Manual, de sempre transar com o pássaro antes de deixar ele arrumar suas asas e ir, também se equivocou. Larry resistiu-se ao impulso de se aproveitar da pobre Tiffany. Um choque para todos. Mas como não tem como esquecer, sempre peçam um prato de nacho com chili.
O episódio em si não foi excelente, foi bom e salvo pelo Tyler Labine, pela décima segunda vez em 12 episódios. Tá aí o motivo da série não obter números satisfatórios. A CBS exibirá o último episódio e nós teremos de dizer adeus à Larry, Connie e Tiffany (nem a pau à Ben e Kate).
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Review por: @kelvinbastos
Dá por favor alguém mandar Hellcats pro espaço? Lento, chato e com mais uma maratona desnecessária de dança. Desde quando fazer uma história de dar um carro pro paizinho necessitado do Lewis é plot que interessa? Ah, desde que eles acabaram com a série no episódio God Must Have My Fortune Laid Away (1.15).
E olha que foram três histórias tentando atirar para todos os lados. Marti e Julian, Lewis e Alice e Savannah e Dan, num emaranhado sem absurdo e precedentes que fizeram deste episódio, o pior da série. Sério, preferia ver até o absurdo das tarântulas do episódio anterior.
Me pergunto ainda como Savannah não saiu das Hellcats e abandonou Lancer por conta de suas dívidas não pagas e sua perda da bolsa. Ela segue firme e forte, se martirizando pelos crimes do pai, e ainda descontando no Dan, que convenhamos, se superou no grau de chatice alheia.
Por mais que o casal tente empolgar, ainda é preferível o “lesbian sensations” que poderia surgir naquele dormitório. Aliás, o que foi a fuga alucinante do querido pai da Tisdale? Nem por Deus, por Jesus ou por Judas, é capaz da Lady Gaga mandar um episódio desses pra puta que pariu, mostrar o dedo do meio pro chefão da CW e mandar o Tom Welling ir tomar no cú.
Como se ainda bastasse, um casal que poderia ter alguma utilidade, Marti e Julian, acabaram seguindo o caminho tortuoso da sem-gracisse. Que dilema mais imbecil entre a quase “ex”, a filha e a quase “amante”. Sério, até as músicas com a Duende foram melhores.
O pior que nem deu pra rir de tudo isso, como fora nos últimos episódios. E o que mais me deixou ferrado foi o triãngulo mais boring EVER! Lewis-Alice-Kathy. Como eles transformaram a verdura mais saborosa do planeta naquilo? Ainda bem que com a ida do Tom Welling pro beleléu no fim de Smallville, o cancelamento de Hellcats era mais que óbvio.
Hellcats só seria mantida no ar enquanto o ator/produtor estivesse nos planos da emissora. Hellcats está oficialmente cancelada e, pra tristeza de quem gostava, vai se encerrando com episódios mais fracos do que qualquer outra coisa. Resta ver o que farão com as Nacionais.
P.S.: Minto quando digo que não teve nada que interessava no episódio, teve apenas a Ciara rebolando pras câmeras. And nothing more.
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Séries legendadas pela equipe Geeks.
Renovadas
Being Human US - Retorna em 2012
Raising Hope - Retorna em setembro de 2011
The Vampire Diaries - Retorna em setembro de 2011
Canceladas
Mad Love
The Cape
Hellcats
No Ordinary Family

Review por: @kelvinbastos
Com fitas adesivas em todos os lugares do corpo, com participações de estrelas do My Name is Earl, além de citação à Modern Family, claro que não tinha como Raising Hope flopar nesta semana, muito pelo contrário, um dos episódios mais divertidos da sitcom até aqui.
Desde a piada no começo do episódio com o boomerang do Burt, atá o “vadia entrometida” no final do episódio foram perfeitos. Mas nada supera Maw Maw e seu modo de vida. Lucidez? Pra quê? Maw Maw é divina do jeitinho que ela é.
Com uma ajudinha da People Magazine, com dicas de plástica sensacionais pra Maw Maw, confesso que fui ás lágrimas de tanto rir com Maw Maw mostrando seu traseiro “plastificado”. Muito bom. O melhor é ver ela gritando depois com a fita na mão: “chega de fita por hoje”.
Burt e Virginia muito bons como sempre. A curiosidade nunca foi o forte dos Chance, e usando de um recurso e fazendo piadinha à Modern Family, eles dois conseguiram, junto com os convidados da semana, elevar o nível de comédia e ainda serem perfeitos.
Eles dois subindo na lareira pra “pegar sinal” e a discussão deles para mostrar que toda família tem solução é algo de outro mundo. Antes de terminar de falar sobre Burt e Virginia, tem-se que louvar a presença de Jaime Pressly e Ethan Suplee neste episódio.
Mas como ainda tem o arco do Jimmy e seu emprego, o que foram os comerciais que eles gravaram? Meu Deus, ri muito com o do Frank e com o do Jimmy, mas ninguém supera o da Sabrina. So cute a Hope vestida igualzinha a sua bisavó maluca, Sabrina e Sheley.
Mostrar o grande capitão da equipe bancando o bom chefe para não gerar conflitos, foi a melhor coisa para um personagem que está crescendo no final desta temporada. Além de mostrar o lado mais humano da série, claro que teve direito a piadinha, mesmo quando não era o momento.
E com um episódio mais do que excelente, Raising Hope vai se encaminhando para o final da temporada em alto nível, com muitas participações interessantes e histórias que nos fazem chorar de tanto rir. Como não se apaixonar pela Hope e sua família?
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Review por: @kelvinbastos
Mais lento, mas não menos interessante. Com um ótimo episódio, The Vampire Diaries encerra sua excelente segunda temporada com um gostinho de que esse episódio poderia ter sido melhor. Não que ele tenha sido ruim, muito pelo contrário, mas o “The Sun Also Rises” deu um banho de qualidade e por isso esperava mais.
A busca pela cura da mordida de Tyler em Damon foi o arco central e que irá nos proporcionar grandes, bons e assustadores momentos na próxima temporada da série. Ver Stefan se sacrificando para salvar a vida do irmão, muito mais pra curar um mal que ele fez no passado, foi tocante.
Mas antes de enlouquecer com o “Ripper Stefan”, vamos por partes. Primeiro, o que é a Xerife Forbes pressionada pela prefeira ex-primeira-dama Lockwood? Sério, eu ri. O mais engraçado é ver que a mãe da vamp-barbie obedece direitinho.
Depois a Xerife fudendo com tudo, prendendo Elena e deixando Damon fugir, e ainda quase matar (droga, poderia ter levado essa desgraça) o Jeremy com uma “bala perdida”. A princípio eu fiquei pensando no anel, mas depois com o desespero da Carol e da Bonnie eu quase acreditei (e vibrei) que o irmão emo da Elena ia pro beleléu.
Bonnie envocando as Emily e os espíritos da bruxas mortas pra salvar o seu amor patético foi estúpido, eu torci para que a Emily tivesse bom senso e nos poupasse de mais namoradas mortas no futuro, mas sob o prévio aviso das “consequências”, os espíritos salvaram ele (droga!).
Mas o cliffhanger meio non-sense até então deixado para o começo da próxima temporada com Anna e Vicky retornando dos mortos e Jeremy mediando essa cena foi “ué, vai me dizer que agora ele fala com vampessoas mortas? Falta só a Jenna”. Enfim, vamos ver se o personagem fica mais interessante com isso (o bom é que agora eles não vão mais gastar dinheiro com velas pra rituais de comunicação com mortos #FAIL).
Outra coisa que isso rendeu foi o momento da família Forbes numa franca conversa entre as duas loiras. Ver a vamp-barbie Caroline desabafando e declarando o seu amor pela sua mãe foi o golpe que faltava pra derrubar a máscara de “Sou Forte” da Xerife. Foi um momento lindo.
Agora voltando ao que interessa, Damon e o seu freak-out. Ele viajando com os trajes de “E o Vento Levou…”, lembrando da sua época apaixonante por Kath na época (com direito a muito espartilho), e um crossing-over na linha temporal com Elena em suas viajens.
Tudo sendo levado ao extremo, tudo sendo muito bem mostrado. Porém, vou ser sincero, a surpresa do beijo mais inesperado da história (ah vá!) de Elena em Damon foi levada a nível bunitinho e nada mais. Elena mostrou seu amor pelo Damon, até aí tudo bem, mas poderia ter sido um beijo um pouquinho melhor, não?
E enquanto Elena curte a viajem do Damon, Stefan seguia nas negociações pela cura. A morte do Elijah e os experimentos do Klaus com a Katherine foi muito intrigante. Ver da desgraça da mordida até a cura repentina foi genial. Nada como um exemplo em uma mulher como a Kath.
Mas isso não garantia que Damon seria salvo, Klaus também queria algo em troca, ele queria o “velho Stefan” de volta. Aquele estripador maluco que por onde passava deixava seus rastros, era o único interesse do Klaus. Será que dessa forma, Paul Wesley terá finalmente sua chance na série? Não sei, mas espero que com o Stefan malvadão isso ocorra.
Klaus brincando com o Stefan e mandando a Kath-bitch levar o sangue dele (a cura) para o Damon foi um golpe de ousadia, afinal, agora que a Kath estava finalmente livre, o amor passional dela pelos dois Salvatores seria testado.
Gostei dela dando seu recado pra Elena após ver a vibe amorosa e beijo dela no Damon, aliás, Damon agora curado, mas com o custo de ver seu irmão sob as garras do híbrido, esse será o grande dilema da próxima temporada, além da “salvação” dos outros Originais.
Com tantas maluquices e episódios surtantes em sequência, a segunda temporada de The Vampire Diaries se vai de uma forma completamente diferente da que começou. Arcos revirados em plot twists a rodo e quotes a serem marcados para todo o resto da série. Por hoje foi só, mas muita coisa ainda está por vir. Até setembro para começarmos a acompanhar a nova empreitada da melhor série teen da atualidade.
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